- Mudança da gestão de crises reativa para o controle de doenças infecciosas proativo e impulsionado por tecnologia. - Legado da tuberculose: o risco de mortalidade 14 anos após o diagnóstico exige acompanhamento de longo prazo. - Estratégia contra a dengue: implementação nacional de programas de mosquitos modificados e vacina de dose única do Butantan. - Ameaças emergentes: a epidemiologia genômica identifica surtos (mpox) mais rapidamente; mRNA-1215 mostra potencial para o vírus Nipah. - Necessidades sistêmicas: foco na resistência antifúngica e na autossuficiência diagnóstica regional. - Integração climática: uso de dados climáticos para prever trajetórias de patógenos e zonas críticas de surtos. - Visão contrária: foco em patógenos reemergentes/sub-reconhecidos em vez de apenas na 'Doença X'.